Nem sempre vejo o amor com olhos de guerra. Observo-o de perto, demasiado perto, no interior dos corações. Encontro-o coerente, motivado, proporcional ao desejo dos homens. Observo-o formalmente como quem espia o futuro sem ter medo do presente. Mas evito vê-lo ao longe. Lembra-me a guerra, o frio, a dor.
Quando dois corpos nao se fundem e duas almas nao se completam, o amor torna-se longínquo. E o amor ao longe é sobretudo triste, desgastante.
ResponderEliminarSempre que te leio sinto que me analisaste e escreveste sobre o que viste. Sinto a tua leitura, imenso !
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